O filme retrata como surgiu uma das redes sociais mais usadas atualmente e que conquistou o mundo: o Facebook.
Centrado em Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg
que lhe valeu a indicação de melhor ator no Globo de Ouro 2011).
Ele acaba por destacar-se como estudante de pós-graduação em Engenharia
de Software na Universidade americana de Harvard. Zuckerberg,
em 2003, tem uma grande ideia, criar uma página da
internet que viria a ser o protótipo do que é hoje em dia mundialmente conhecido como Facebook. Desde então, sua vida e
de seus amigos que lhe ajudam na empreitada muda radicalmente. Ele terá
que enfrentar várias adversidades para conseguir levar a frente em seu
projeto (ele terá problemas na universidade, com amigos e colegas de
Harvard, e até com a justiça), quase com uma fé inexplicável em sua ideia inicial.
O filme acaba por nos explicar que não há sucesso sem dor. Tudo tem o
seu preço, seja a arte, seja a visão do futuro, seja a espécie de
adivinhação que certas pessoas possuem para arranjar soluções, ou
tecnologia ou ciência. O subtítulo é sugestivo: ninguém tem 500 milhões
de amigos sem ter alguns inimigos. O que se quer dizer é que ninguém
obtém sucesso sem muito esforço e sem muito sofrimento.
Em Portugal, 97% dos utilizadores de redes sociais têm um perfil no Facebook. O site que, em fevereiro de 2012, tinha mais de 845 milhões de inscrições por quase todo o mundo.
Dar às pessoas o poder de partilhar e tornar o mundo mais aberto e ligado é a missão 'auto-assumida' do Facebook. A rede social mais popular do mundo foi criada, em 2004, no dormitório da Universidade de Harvard, pelo estudante Mark Zuckerberg e os colegas Eduardo Saverin, Dustin Moskovitz e Chris Hughes.
Inicialmente, a utilização do site estava confinada aos estudantes de Harvard (que ali partilhavam as experiências universitárias e conheciam novas pessoas), mas em pouco tempo disseminou-se mundialmente. O Facebook fez com que, pela primeira vez, a maioria dos internautas deixassem de estar espalhados pelo espaço virtual e convergissem num único lugar.
Apesar do sucesso do site, este não deixa de estar envolto em polémica. Aquando da fundação, três estudantes de Harvard, reclamaram a 'paternidade' do Facebook, acusando judicialmente Zuckerberg delhes roubar a ideia. Para além disto, já aconteceram casos ligados à violação de privacidade, despedimentos laborais e até suicídios.
O Facebook é
uma das redes sociais que mais popularidade alcançou. E não são só os mais
jovens a possuir conta nesta rede: adultos, crianças e até idosos estão online.
Mas, quando
Mark Zuckerburg criou o Facebook, estava à espera disto?
A resposta é
NÃO.
Mark Zuckerburg
era aluno em Harvard e pretendia criar um site de acesso limitado. A ideia era
ter acesso a fotografias dos colegas sem ter de as tirar dos livros de curso. Dessa
forma, as fotografias seriam colocadas de livre vontade à disposição de quem
fosse aceite como «Amigo».
Milhares de
códigos permitiram a Mark criar uma rede única, sem concorrência e, segundo o
que alguém diz no filme «The Social Network» (clicar para ver o trailer), «viciante». Com o aumento de
popularidade, veio a expansão e adaptação do Facebook (que, de início, se chamava
thefacebook).
Hoje, o Facebook tem milhões de utilizadores em todo o mundo e permite
adicionar amigos, partilhar informação e fotografias, jogar, instalar vários
tipos de aplicações, falar em tempo real com os amigos através da escrita, e
muito mais.
Nome: Susana Silva Idade: 20 Curso: Comunicação Audiovisual e Multimédia Cidade de Origem: Santo Tirso
Pessoa com mais estilo de sempre? Não dou muita importância ao indivíduo, por isso, não há uma pessoa que consiga destacar como a que tem mais estilo. Para ser sincera, não reparo muito na roupa das pessoas.
Última peça de roupa que comprou? T-shirt branca com bolas pretas e gola de boneca da Zara.
Se tivesse dinheiro ilimitado, onde ia fazer compras? continuava a comprar nos mesmos sítios, mas... o mundo todo chega-me!
Sapateiros, distribuidores de pão, merceeiros que
vendiam o vinho a quartilho, engraxadores de sapatos na rua... São ofícios que
ficaram para trás.
Laura Vieira, 67 anos, distribuiu pão fresco, todas as
manhãs, ao longo de mais de 30 anos.
Anos 70, arredores de Vila Nova de Gaia. Aos 30
anos, fazer tapetes não era suficiente e a oportunidade veio na hora certa. Os dias começavam agora às cinco
da madrugada. A caminhava ía das seis às das nove horas da manhã.
Isabel Babo-Lança, socióloga, explica que «nos anos 70 o país vivia miseravelmente pobre, fechado,
sem liberdades, sob o regime fascista e a guerra colonial em África, que
depauperava o já muito frágil tecido laboral.» A abertura à técnica
demorou.
Os clientes surgiram com o tempo. Nos melhores anos, chegou a
vender 90 dúzias de pão por dia. Uma quantidade respeitável.
Entretanto, a chegada das padarias fez-se sentir. As
quantidades encomendadas reduziram para metade.
Laura fica agora por casa, a descansar e a gozar a
reforma.
Quando se quer o trabalho que escasseia
A saudade é o que fica quando se deixa de fazer o que
se gosta. Uns quarteirões adiante da casa de Laura, está Júlio, 82 anos, ao
portão. Está, acompanhado pela esposa, Maria Matilde, à conversa com um
vizinho. «Eu queria era trabalhar», queixa-se o sapateiro.
Foi na tropa que aprendeu o ofício. Agora, a prática
de usar e deitar fora faz com que os clientes escasseiem. Isabel Babo-Lança
esclarece que isso se deve à «lógica do consumo
e da efemeridade.»
A meio da conversa com Júlio, aparece um jovem com
sapatos para consertar. «Amanhã está pronto». A reforma não existe para o sapateiro. «Naquela altura
não se descontava.» Por isso, vive dos trabalhos que faz e da reforma da mulher.
Maria Matilde queixa-se da monotonia da falta de trabalho.
Laura deixou a profissão quando chegou à idade da
reforma, já lá vão dois anos. Se voltasse atrás, faria tudo o que fez. «Gostava
de caminhar, distribuir o pão, convivia com pessoas, e ainda costurava.»
Agora, entretém-se a fazer tapete, de vez em quando.
Uma chiclete custa 5 cêntimos, removê-la pode custar 35
A remoção de uma pastilha elástica exige uma máquina própria
e demora cerca de seis segundos
Jorge Martins, de 32 anos, é formado em Engenharia do Ambiente. No ano 2008, numa altura em que a economia mundial começou a entrar em recessão, avançou com alguns sócios na criação da Purigi. A empresa atua na área das limpezas urbanas e industriais e presta um serviço curioso: a remoção das incómodas pastilhas elásticas do pavimento.
Renata Costa: Como surgiu o conceito Gumbuster?
Jorge Martins: Esta técnica nasceu na Holanda em 1998, mas foi comprada por uma empresa inglesa. A tecnologia é já utiliza em todo o Mundo, e há três anos chegou a Portugal.
RC: Porque acharam que esta ideia resultaria em Portugal?
JM: Primeiro porque no nosso país não existe um ecoponto próprio para colocar as pastilhas elásticas e acho que os cidadãos carecerem de civismo. É que 60 a 70 por cento das pessoas que mastigam pastilhas, não as deitam depois num caixote de lixo. As pastilhas elásticas descartadas, assim como, os graffitis representam uma problemática de limpeza em todos os locais públicos. Para além do aspecto visual negativo causado a estes locais, o impacto económico e ambiental dos métodos de limpeza atualmente utilizados é significativo.
RC: Explique em que consiste a empresa Purigi?
JM: A Purigi é uma empresa de limpezas industriais, que trouxe para o mercado nacional tecnologias revolucionárias e eco sustentáveis que permitam obter os melhores resultados nas várias áreas da limpeza.
Nós não prestamos somente serviços de limpeza, também fornecemos equipamentos para o mesmo efeito. A exclusividade destes equipamentos é, sem dúvida, um factor competitivo e estamos concentrados na divulgação dos produtos e serviços da Purigi.
RC: O preço da remoção de uma pastilha elástica é sete vezes superior ao custo da pastilha mais barata?
JM: Sim, o preço da remoção de uma pastilha elástica é de 35 cêntimos, ou seja, é superior ao da própria chiclete. Mas nos contratos para grandes áreas posso orçamentar preços mais reduzidos. Todavia, prefiro não revelar valores.
RC: Em que consiste a técnica de remoção das pastilhas elásticas?
JM: É inserido um vapor de água seco, que acaba por amolecer a pastilha elástica. Esta, com a acção de um produto químico especialmente desenvolvido para o efeito – é biodegradável e tem um PH neutro, não ferindo o pavimento – que acaba por desfazer a pastilha elástica com o auxílio de uma escova.A técnica GumBusters desenvolvida particularmente para o efeito, pode ser usada em praticamente todas as superfícies, incluindo asfalto, cimento, pavimento, pedra natural, na maioria das alcatifas e outras superfícies de espaços interiores.
As pastilhas elásticas deitadas no chão dos espaços públicos são um problema.
RC: Quais as entidades às quais a Purigi já prestou serviço?
JM: Os nossos serviços são procurados por câmaras municipais e instituições privadas com o intuito de reduzir as manchas que se acumulam nos passeios. O nosso melhor cliente foi, sem dúvida a Câmara de Lisboa, cidade onde foram retiradas do chão 750 mil pastilhas elásticas. Apesar de ser bom para a minha empresa, o facto de haver falta de civismo nas ruas da capital é evidente.
Catarina
Santos diz que o poker ajudou o seu autocontrolo, o que é fundamental para
acompanhar os processos na barra do tribunal
Antonio
Soares
Entre o poker e o
escritório de advocacia, entre os torneios e os processos de clientes. É assim
que têm sido os últimos três anos de Catarina Santos, uma jovem advogada de 28
anos que trabalha no escritório do Porto da sociedade João Nabais e Associados.
Regra número um do
poker: não demonstrar emoções, ser fria e impassível. Difícil? Catarina Santos
diz que é uma questão de autocontrolo e de levar as coisas com calma. Afinal, é
isso que faz na barra do tribunal. “Não entregamos os nossos trunfos à
primeira, avançamos no momento certo.”, avança Catarina.
Entre o poker e o
escritório de advocacia, entre os torneios e os processos dos clientes. É assim
que têm sido os últimos três anos de Catarina Santos, uma jovem advogada de 28
anos que trabalha no escritório do Porto da sociedade João Nabais e Associados.
Catarina alcançou o primeiro lugar num torneio do Spanish Poker Tour de Aranjuez, o que significou cerca de 45 mil
euros. Foi a primeira mulher e a primeira portuguesa a consegui-lo. Durante
três dias foi jogar quase sem parar. No final, confessa, estava muito esgotada.
“Ao meio do dia sentia a cabeça a latejar.” Mas hoje é com largo sorriso que
reconhece ter sido “um marco”.
Regra número dois: empenho,
auto-determinação, rapidez de raciocínio e perspicácia. “Às vezes há cinco
segundos para reagir”, diz a advogada. Catarina admite que algumas daquelas
capacidades são inatas, mas também não tem dúvidas de que o poker ajudou muito
a sua personalidade. O poker é uma história recente na vida de Catarina. Depois
de terminar o curso de Direito na Universidade de Coimbra, regressou a Santo
Tirso, onde vivia com os pais. Antes de Direito, ainda pensou em seguir
Educação Física, porque sempre adorou desporto, mas depressa chegou à conclusão
de que só lhe restaria ser professora. Optou então por uma área mais
abrangente. “O curso correu bem. Se voltasse atrás, faria a mesma coisa.”
Termina a licenciatura em 2000 e começa a enviar currículos para fazer o estágio.
E foi nesse tempo menos ocupado que os amigos lhe apresentaram o jogo. No
início, os pais acharam estranho. Até lhe disseram qualquer coisa como “sempre
foste responsável e agora deu-te para isso?”. Mais tarde, acabariam por
apoiá-la.
Fica aqui o vídeo do programa "Las Vegas Experience", apresentado pela Catarina Santos na SIC Radical.
Quem quiser dar os primeiros passos na prática do poker, Catarina Santos é uma das professoras no site: http://www.educapoker.pt