sexta-feira, 5 de abril de 2013

Porto: Presente e Futuro das livrarias mais antigas

Com a crise, as duas livrarias mais antigas da cidade do Porto: Livraria Lello e livraria Moreira vêem o futuro dos negócios de maneira completamente diferente.

O comércio mais antigo faz de tudo para sobreviver face às adversidades económicas do País. 

Por um lado, Antero Braga, administrador da livraria Lello demonstra que esta livraria é sinónimo de "prosperidade". Até porque, para Antero, a livraria Lello é um ponto de visita para todos os turistas, "vir ao Porto e não visitar esta livraria é como ir a Roma e não ver o Papa".

Já para Felício, a livraria Moreira "foi em tempos muito famosa" mas hoje em dia, e de acordo com Felício, a Internet veio revolucionar este negócio colocando à disposição imensas obras.

Estes dois marcos do Porto seguem rumos diferentes.


Reportagem de: Marta Santos e Sara Gomes
Imagem de: Luís Santos

Estação de São Bento: quatro painéis, quatro histórias

Quem nunca entrou pela estação de São Bento dentro, edifício neoclássico projectado pelo arquitecto José Marques da Silva, ante-câmara da cidade do Porto, só para admirar o património artístico, os magníficos painéis de azulejos, executados pelo pintor Jorge Colaço, que adornam e embelezam as suas paredes, belíssimas narrativas imagéticas da História de Portugal? Por ventura, milhares de transeuntes apressados para apanhar o comboio ou um tropel de turistas curiosos, de mapa em punho, a perscrutarem a elevação estética que figura no átrio de São Bento, antigo convento que, no século XVI, acolhia as freiras beneditinas da ordem de São Bento de Ave Maria.

Comecemos, então, pela primeira história, por uma das imagens em azulejo que se observam a partir da perspectiva de quem atravessa o átrio pelo pórtico situado no lado esquerdo da fachada do edifício. Trata-se da apresentação de Egas Moniz e da sua respectiva família perante o rei de Leão e Castela, Afonso VII, para saldar uma dívida de fidelidade não cumprida pelo rei D. Afonso Henriques, aliás, primo deste rei castelhano. Com efeito, depois de ter sido coroado na Catedral de Leão, Afonso VII procurou granjear a obediência dos estados dependentes. Tal prerrogativa estendia-se ao Condado Portucalense, governado por D. Afonso Henriques, que acabou por jurar fidelidade ao rei de Castela, acto assumido por Egas Moniz, na sequência do cerco ao castelo de Guimarães. Porém, Afonso Henriques destoou mais tarde da promessa feita e, em consequência, Egas Moniz, qual símbolo de fidelidade vassálica, viu-se na obrigação moral de se apresentar, a si e à sua família, diante de Afonso VII, com o fim de, como descreve Camões no último verso da estância 38 do canto 3 dos Lusíadas, “pagar com a vida o prometido”. Nos azulejos, Egas Moniz, a mulher e os filhos são representados descalços e com uma corda segurada nas mãos, determinados a morrer para restaurarem a “palavra empenhada”. Conta a lenda que o acto emocionou o rei castelhano, de tal forma que isentou de culpas o fiel aio de Afonso Henriques e sua família.

O painel de azulejos sobreposto a este último relata a história do Torneio de Arcos de Valdevez. O torneio, recurso militar consagrado no código da cavalaria medieval para evitar a eclosão de uma batalha em campo aberto, travou-se entre os cavaleiros portugueses e castelhanos em 1140 na vila homónima. O torneio disputou-se depois de Afonso Henriques ter desrespeitado o tratado de paz firmado em Tui e, posteriormente, invadido a Galiza, após a conquista portuguesa na Batalha de Ourique (1139). Como retaliação, Afonso VII decide também ele invadir a fronteira portuguesa, devastando terras e castelos, até descer em direcção a Valdevez, onde as hostes se encontram. O torneio saldou-se por uma vitória portuguesa.

Do outro lado do átrio, observamos outros dois painéis de histórias portuguesas azulejadas. No plano inferior, é-nos apresentado a figura heróica do Infante D. Henrique, aquando da expedição e conquista de Ceuta (1415), acontecimento que determina a origem dessa grande epopeia de ouro que foi a expansão ultramarina portuguesa. A tomada de Ceuta começou a ser pensada ainda no ano de 1409 e tratou-se, indubitavelmente, de uma iniciativa organizada e promovida pela Coroa portuguesa. Para uma missão de tal envergadura, que fervilhou o entusiamo de quase toda uma nação, foi constituída uma armada composta por cerca de duzentos navios e mais de 20 mil homens, a maior esquadra que até à data se reunira no porto de Lisboa. A armada lusitana zarpou do Tejo a 25 de Julho de 1415 e, ultrapassadas todas as adversidades meteorológicas e humanas, desembarcou por fim em Ceuta no mês seguinte, a 22 de Agosto. Impelidos pelo ideal cavaleiresco, cruzadístico, os infantes portugueses D. Duarte, D. Pedro e D. Henrique, os mais entusiastas apologistas desta empresa, surgem a combater o inimigo marroquino, um acto de afirmação dos mais insignes valores guerreiros. Findadas as lutas, D. João I sagra, na mesquita agora convertida em igreja cristã, os infantes seus filhos. Jorge Colaço fornece-nos uma imagem não menos apoteótica de todo este panorama que a conquista da praça de Ceuta favoreceu, inequivocamente um “marco miliário da História de Portugal”. É ver o jovem, mas impetuoso e audaz infante D. Henrique a submeter, com a bandeira hasteada e o peito da couraça bem saliente, heroificado, os assustados e derrotados mouros.

No plano superior celebra-se a chegada ao Porto do primeiro rei da segunda dinastia portuguesa, o já referido D. João I, para consumar o seu matrimónio com D. Filipa de Lencastre. O casamento de D. João I com D. Filipa de Lencastre inscreve-se no contexto da aliança diplomática, política e comercial que Portugal estabeleceu com a Inglaterra. Em 1386 foi assinado o Tratado de Windsor, o garante selado pelas duas nações de uma paz perpétua, no qual a Inglaterra se comprometia a apoiar a nova dinastia e o monarca português a proteger os interesses do duque de Lencastre ao trono castelhano. D. João I, ainda no mesmo ano, viria a encontrar-se com o duque inglês em Ponte de Mouro, onde seria assinalado um novo acordo que previa a invasão anglo-lusa do reino de Castela. Foi durante este encontro que ficaram também acertados os detalhes para a realização da boda entre o rei D. João I e a filha do duque de Lencastre, D. Filipa de Lencastre, cerimónia que veio a concretizar-se no Porto, em 1387, acontecimento histórico representado nestes painéis da estação de São Bento, nos quais podemos ver identificados a figura do rei português montado a cavalo, precedido da sua comitiva, a fazer a sua retumbante entrada na cidade do Porto, conduzido pela mão abençoadora do patriarca.     

Por Joaquim Pinto

 

 
 

 
 

 
 

IAN CURTIS


IAN CURTIS
 


Figura aparentemente distante, autor expressivo, músico visionário, Ian Curtis viu-se transformado em mito pop pela morte precoce, que o levou, por suicídio, meses antes de completar os 24 anos de idade. Era, contudo, um jovem comum, cidadão suburbano com vida feita na periferia de Manchester, melómano profundo, funcionário público por obrigação, músico por sonho concretizado.

Ian Curtis nasce em Macclesfield, perto de Manchester, a 15 de Julho de 1956.
A música é desde cedo a sua grande paixão, e o desejo de fazer parte de uma banda teve a primeira materialização ainda nos dias de escola, entre amigos.
Ainda adolescente começa a materializar um sentido de rebeldia através das idas a bares de bebidas alcoólicas sem licença e das primeiras ingerências de químicos, na forma de comprimidos. É nestes dias de insurrecção e libertinagem que conhece Deborah- de quem fica noivo em 1974 e acaba por casar a 23 de Agosto de 1975. 

O primeiro emprego a sério foi na “Rare Records”, uma loja de discos no centro de Manchester. Este foi o momento que Ian esteve mais próximo do mundo da música.

 Chega a Joy Division

Ian Curtis decidiu o seu destino depois de ter assistido ao marcante concerto dos Sex Pistols em 1976. Foi aqui o momento em que se convenceu de que queria estar no palco, e não no meio do público. Nesta altura conheceu os jovens Bernard Sumner e Peter Hook, depois de ter visto o cartaz dos dois que tentavam formar uma banda. Então propôs-se a ser o vocalista e escritor das letras, e logo concretizaram a decisão de constituir a banda.


Porquê o nome, Joy Division?

O nome foi inspirado na ala dos campos de concentração nazis, nos quais eram mantidas as prostitutas de serviço aos oficiais alemães, o que causou desde logo inevitável polémica.

1978/79


Ian ainda vive com entusiasmo a vida familiar, Deborah engravida e nove meses depois entra em cena a pequena Nathalie(nasce em 1979).
 Em Abril de 1979 a banda Joy Division grava o primeiro álbum.  A gravação e mistura do disco quase coincide com o nascimento da filha de Ian Curtis. Contudo, apesar das expressões de amor paternal, a vida doméstica não é mais a prioridade de Ian . Quando está em casa ouve música ou entrega-se à leitura de autores como Dostoiévski, J.G. Ballard, Nietzsche, Sartre ou Hermann Hesse. Os concertos que se seguem ao disco, a presença dos média, o entusiasmo de uma multidão de admiradores em crescimento tomam a sua inteira atenção. Editado em Junho, o álbum colhe críticas diversas, no Sounds, o texto aponta-o como um potencial catalisador de suicídios!
Durante os concertos, Ian desenvolveu um estilo único de dançar, proveniente dos ataques epiléticos dos quais sofria, algumas vezes no palco. O efeito era tal que as pessoas que estavam no concerto não se apercebiam se o cantor estava a dançar ou a ter um ataque. Muitas das canções que escreveu são carregadas com imagens de dor emocional, morte, violência, alienação e degeneração urbana.

Tais temas recorrentes levaram os fãs e a mulher Deborah, a acreditar que Ian escrevia sobre sua própria vida. Ian comentou numa entrevista a seguinte frase: "Escrevo sobre as diferentes formas que diferentes pessoas lidam com certos problemas, e como essas pessoas se podem adaptar e conviver com eles". A personalidade maníaca de Ian não é mais uma novidade para os amigos e colegas, que já lhe conhecem a volatilidade temperamental e tendência depressiva..


O Epílogo


A última apresentação ao vivo de Ian Curtis foi no dia 2 de maio de 1980, na Universidade de Birmingham, e aconteceu no mesmo mês da sua morte. Esta apresentação incluiu a primeira e última performance da música "Ceremony" pelos Joy Division — música que só foi depois usada pelos New Order
A última música que Ian Curtis cantou em frente ao público foi "Digital". 
A gravação da apresentação pode ser encontrada no álbum de compilações Still.
Os problemas pessoais de Ian Curtis, como o divórcio difícil com a esposa Deborah e um caso extra-conjugal com a jornalista belga Annik Honoré, poderão ter contribuído para o suicídio de Ian, que se enforcou aos 23 anos de idade. De acordo com o livro Touching From A Distance, escrito por Deborah, Ian engoliu uma overdose de remédios para a epilépsia , que fez com que fosse parar ao hospital poucos meses antes de morrer.

Os pontos de vista e as preferências de Ian Curtis continuam a gerar especulações sobre as reais razões pelas quais terá cometido o suicídio. Há quem afirme que simplesmente quis morrer jovem, mas o facto é que Ian já era altamente perturbado durante a adolescência, com pensamentos e ideologias próprias de uma mente provavelmente já farta do mundo que conhecia.






Webgrafia




Reportagem de Maria Girão Sá



quinta-feira, 4 de abril de 2013

Do cinzenta ao branco.



O clima de Vigo é, em tudo, semelhante ao do Porto...


Mas quando as nuvens abandoam as chuvosas terras, a 15 km da cidade, já no Oceano Atlântico, podemos desfrutar de um arquipélago composto por duas ilhas que formam o Parque Nacional Marítimo-Terrestre das Ilhas Atlânticas da Galiza, que se chamam Cies.


Em 2007 o jornal britânico The Guardian escolheu a praia de Rodas, como a "praia mais formosa do mundo"


As aguas de cor turquesa e a areia branca contrastam com os imponentes e verdejantes eucaliptos e pinheiros situados a beira mar, onde alguns afortunados podem acampar.



A ilha, protegida, está cheia de gaviotas que permanecem tranquilas nas praias orientadas ao Sul,



Porém toda a magia se perde na parte oposta da ilha onde a agitação do mar rompe com o ar caribenho das praias, que finalmente faz-nos lembrar que estamos em Galiza...




Laura 
Capella


Associação Desportiva de Vila Boa do Bispo, uma luta contínua

No concelho de Marco de Canaveses, no interior do distrito do Porto, mora um das muitas associações desportivas regionais. A freguesia de Vila Boa do Bispo é conhecida, no mundo do desporto, por providenciar talentos nas modalidades de sala, como o hóquei ou o futsal. Contudo, ao longo dos últimos anos, tem sido difícil arranjar um programa sustentável, tanto por falta de verbas internas, como de patrocínios.

Fonte: Facebook da Associação - Secção Futsal

À entrada do pavilhão já se ouvem as bolas a bater nas tabelas, ou as sapatilhas a raspar no chão. Vêm-se jogadores a tentarem, de alguma maneira, combater o frio que se sente. As meias calças, ou os casacos mais grossos, substituem o traje tradicional, de calção e t-shirt. No meio de toda a azáfama de um treino, de todo o suor destilado pelas correrias, vê-se um jovem que, no meio de toda a esperança, “gostava de jogar na selecção nacional. A sonhar, sonhamos em grande.”
Ricardo Barreto é um atleta da associação. Depois de muitos anos nos escalões mais jovens, regressou, agora, a casa, enquanto jogador sénior. “Jogo futsal desde os 12 anos, mais ou menos. Comecei aqui no Vila Boa do Bispo, nos iniciados, depois parei 3 anos pelos estudos e agora voltei à casa, para jogar nos seniores.” Sem receber ordenado enquanto desportista, o jovem de 22 anos, licenciado em Enfermagem, conta que o futsal é um prazer, ainda que, às vezes, sejam os pais a alimentar esse gosto. “ A maior parte sai dos nossos bolsos, neste caso dos meus pais. Mas tenho gosto no que faço e não vou deixar de o fazer só porque não me dá dinheiro, é mesmo pelo prazer.”

Fonte: Google Images

No meio de tanto passe e remate, do tradicional pára-arranca, ou da conhecida tabelinha do futsal, a bola, que se vai mexendo constantemente, acaba por estacionar, por fim, na mão de um dos dirigentes. Este, por ser um “empregado de bastidor”, não está nem de calção nem de t-shirt, mas, ainda assim, conhece os cantos à casa.
Depois de alguns anos a servir o clube dentro das quatro linhas, de, também ele, destilar suor pelas correrias desenfreadas até à baliza contrária, Sérgio Carneiro é, agora, um dos homens por detrás das câmaras. É essa união, e esse factor casa que joga a favor do Vila Boa do Bispo em questões motivacionais. “ A maior parte dos jogadores desta casa cresceram à volta da associação, começaram a jogar aqui, juntos desde pequenos e vão subindo os escalões. Se formos ver agora a equipa dos seniores, já todos jogaram aqui nos escalões, juntos desde há vários anos.”
No plano económico da associação, ao não haver dinheiro para remunerar os atletas, os prémios são distribuídos por objectivos, e sob a forma de jantares ou convívios. O director, de 26 anos, confessa que é complicado sustentar o clube, mas é com dedicação e trabalho que este sobrevive. “[Sobrevivemos] com muita dificuldade, mas vamos tentando ultrapassando isso com muitas iniciativas e, principalmente, a batalhar em cada jogo para que no próximo possamos estar lá presentes.” Com a ajuda camarária a ser a mais importante para a associação cultural e desportiva, os dirigentes, na falta de verbas, vêm-se obrigados, também eles, a vestirem-se de “vendedores porta-a-porta” na tentativa de mais umas “moedinhas”, de tão importantes que são. “Andamos aí a bater de porta em porta, nesses empresários da nossa terra, à procura de uma esmola.”

Fonte: Facebook da Associação - Secção Futsal

Câmara Municipal de Marco de Canaveses disponibiliza 1200€ por equipa, e a secção de futsal conta com 4 equipas de diferentes escalões. Assim, torna-se difícil, segundo o director, arranjar dinheiro para tudo. Apesar disso, são os próprios jogadores que vão buscar forças onde elas não existem. “Acima de tudo é o espírito que eles [jogadores] próprios criam, que se cria aqui à volta do futsal. É o que faz as equipas ganharem ânimo e lutarem, porque mesmo as camadas mais jovens sabem que, um dia, a porta nunca se vai fechar e que os seniores e todas as pessoas acima estarão aqui para eles.”
A verdade é que, no meio de tantas bolas a cruzar o campo e de obstáculos que têm que se contornar, de todo o suor destilado ou sprints de linha a linha, a Associação Desportiva e Cultural de Vila Boa do Bispo, que têm, inclusive, bastantes títulos e moções honrosas no palmarés, vai dando, consecutivamente, suficientes pontapés na crise. A união, entreajuda, dedicação e empenho são lemas que, no seio da secção futsal, fazem todo sentido. Não correndo o risco de fechar, o clube vai tentar, ao longo dos próximos anos, disputar divisões mais visíveis e, quem sabe, até chegar à primeira divisão nacional. Afinal, como dizia Ricardo Barreto, “a sonhar, sonhamos em grande”.

Ouça aqui a entrevista, na íntegra, com Sérgio Carneiro, datada de Dezembro passado.

Luís Miguel Costa

quarta-feira, 3 de abril de 2013

"O Berdinho": novo mercado rural do Porto



"O Berdinho" é o nome do novo mercado rural da cidade do Porto.

O mercado de frescos do Porto conta já com a segunda edição e funciona quinzenalmente ao Sábado das 13h às 18h, situado no pátio do Centro Comercial Bombarda (CCB) na Rua Miguel Bombarda.

"O Berdinho" une todos os produtores independentes neste mercado para que estes possam vender vegetais, frutas, hortaliças, flores e até mesmo bebidas e comidas pré-confeccionadas directamente ao público.

Os produtos alimentares rurais reúnem-se num  só espaço e os produtores locais apresentam-se a toda a comunidade Portuense.

Os produtos ,que estão dispostos no mercado, são cultivados orgânica e biologicamente, artigos confeccionados e manufacturados tradicionalmente com base nos "farmer's market" existentes noutras cidades.

A iniciativa foi levada a cabo pela S.P.O.T, Sociedade Portuguesa Outras Tendências e a estreia foi um verdadeiro sucesso, esgotando vários produtos em pouquíssimas horas.

Faça Chuva ou faça Sol, este mercado de frescos vai manter-se firme nas instalações do CCB.

No próximo dia 6 de Abril "O Berdinho" espera ter ainda mais adesão.


Para esta edição estão presentes os seguintes produtores:

- Paula Branco (ervas aromáticas e medicinais)
- Pau de Canela (produtos frescos, bolachas e compotas)
- Meio Sustento (Bolachas veganas)
- Flor de Maracujá (pasta fresca...) e Massa Azeda (pão caseiro)
- António das Aromáticas (plantas aromáticas)
- Rosa Et Al (pães, azeites, manteigas)
- Comedores de Paisagem (queijos vegan, pão, labne e produtos frescos)
- Flores em casa (Flores e produtos frescos)
- Quinta da Cerca (Produtos frescos, pão de ló)
- Apeadeiro das artes e sabores (Sal, flor de sal, sal aromatizado)







terça-feira, 2 de abril de 2013

Exposição «ULP EXPÕE»

No dia da ULP foram expostos os cursos de uma forma criativa. Os autocolantes estavam dispostos pela universidade com os cursos e respetivas descrições. Os convidados, alunos e professores consideraram uma boa iniciativa!

Concorda com a medida do governo em proibir a venda de drogas legais em smartshops?

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